
Manheeeeeeeeeeeee....
Mães.
Duas mães.
Três mães.
Pãe.
Dois Pães
(com queijo e presunto, que eu gosto mais!)
Famílias.
Neo.
Legítimas.
Antes fui mãe.
Hoje ainda sou.
Mãe que é ele.
E tudo construído com respeito ímpar.
Com paciência infinita.
"Minha mãe hoje é menino".
"Mas é minha mãe".
"Minha mãe que ama meninas".
"E eu amo minha mãe".
Palavras pequenas de pequeno fruto construído
para ser.
E respeitar
tudo o que for!
Hoje a mãe é menino.
E menino pode ser mãe.
Que não quero ser homem,
quero ser menino.
Engatinhando,
aprendendo,
caindo
e arrastando ainda pelo chão.
Comendo poeira do passo dos homens.
Mas vendo a diversidade infinita do que há tão perto do chão,
onde homens me jogaram,
e que renegam.
Posição difícil...
No chão.
Meio homem.
Não mulher.
Sei lá...
Tem hora que dá vontade
de apelar:
"Manheeeeeeeeeeeeeeeeee!"
"Quero viver sem ser capaz de responder a tudo."
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